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Lute Sem Fronteiras apresenta à Cúpula dos Povos a Amazônia Invisível.

Nosso estande na Cúpula dos Povos teve como tema a Amazônia Invisível e contou com uma maquete da Comunidade São Miguel do rio Acuti Pereira, um varal com o texto mEu Conto e desenhos dos nossos artistas e amigos …, e um mural de fotos, organizado a partir do chamado: “A Amazônia Invísivel tem um rosto, um coração, trabalha e precisa ter voz!”. 

Nossa proposta era apresentar a Amazônia de um novo ponto de vista - o de quem vive nela. Abaixo release:

Todo mundo conhece a Amazônia pela floresta tropical rica em biodiversidade, mas poucos já viram a Amazônia com os olhos de quem vive nela. No Marajó, existem centenas de comunidades ribeirinhas, que vivem da pesca e da agricultura, em condições inacreditáveis. Nós tivemos o prazer de conhecer a floresta a partir desse ponto de vista e resolvemos nos organizar pra mostrar ao mundo essa Amazônia que também precisa ser vista e cuidada!

Nosso estande na Cúpula dos Povos teve como tema a Amazônia Invisível e contou com uma maquete da Comunidade São Miguel do rio Acuti Pereira, um varal com o texto mEu Conto e desenhos dos nossos artistas e amigos …, e um mural de fotos, organizado a partir do chamado: “A Amazônia Invísivel tem um rosto, um coração, trabalha e precisa ter voz!”. 
Nossa proposta era apresentar a Amazônia de um novo ponto de vista - o de quem vive nela. Abaixo release:
Todo mundo conhece a Amazônia pela floresta tropical rica em biodiversidade, mas poucos já viram a Amazônia com os olhos de quem vive nela. No Marajó, existem centenas de comunidades ribeirinhas, que vivem da pesca e da agricultura, em condições inacreditáveis. Nós tivemos o prazer de conhecer a floresta a partir desse ponto de vista e resolvemos nos organizar pra mostrar ao mundo essa Amazônia que também precisa ser vista e cuidada!

Nosso estande na Cúpula dos Povos teve como tema a Amazônia Invisível e contou com uma maquete da Comunidade São Miguel do rio Acuti Pereira, um varal com o texto mEu Conto e desenhos dos nossos artistas e amigos …, e um mural de fotos, organizado a partir do chamado: “A Amazônia Invísivel tem um rosto, um coração, trabalha e precisa ter voz!”. 

Nossa proposta era apresentar a Amazônia de um novo ponto de vista - o de quem vive nela. Abaixo release:

Todo mundo conhece a Amazônia pela floresta tropical rica em biodiversidade, mas poucos já viram a Amazônia com os olhos de quem vive nela. No Marajó, existem centenas de comunidades ribeirinhas, que vivem da pesca e da agricultura, em condições inacreditáveis. Nós tivemos o prazer de conhecer a floresta a partir desse ponto de vista e resolvemos nos organizar pra mostrar ao mundo essa Amazônia que também precisa ser vista e cuidada!

Nosso estande na Cúpula dos Povos teve como tema a Amazônia Invisível e contou com uma maquete da Comunidade São Miguel do rio Acuti Pereira, um varal com o texto mEu Conto e desenhos dos nossos artistas e amigos …, e um mural de fotos, organizado a partir do chamado: “A Amazônia Invísivel tem um rosto, um coração, trabalha e precisa ter voz!”. 
Nossa proposta era apresentar a Amazônia de um novo ponto de vista - o de quem vive nela. Abaixo release:
Todo mundo conhece a Amazônia pela floresta tropical rica em biodiversidade, mas poucos já viram a Amazônia com os olhos de quem vive nela. No Marajó, existem centenas de comunidades ribeirinhas, que vivem da pesca e da agricultura, em condições inacreditáveis. Nós tivemos o prazer de conhecer a floresta a partir desse ponto de vista e resolvemos nos organizar pra mostrar ao mundo essa Amazônia que também precisa ser vista e cuidada!

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Nossa proposta era apresentar a Amazônia de um novo ponto de vista - o de quem vive nela. Abaixo release:

Todo mundo conhece a Amazônia pela floresta tropical rica em biodiversidade, mas poucos já viram a Amazônia com os olhos de quem vive nela. No Marajó, existem centenas de comunidades ribeirinhas, que vivem da pesca e da agricultura, em condições inacreditáveis. Nós tivemos o prazer de conhecer a floresta a partir desse ponto de vista e resolvemos nos organizar pra mostrar ao mundo essa Amazônia que também precisa ser vista e cuidada!

Todo mundo conhece a Amazônia pela floresta tropical rica em biodiversidade, mas poucos já viram a Amazônia com os olhos de quem vive nela. No Marajó, existem centenas de comunidades ribeirinhas, que vivem da pesca e da agricultura, em condições inacreditáveis. Nós tivemos o prazer de conhecer a floresta a partir desse ponto de vista e resolvemos nos organizar pra mostrar ao mundo essa Amazônia que também precisa ser vista e cuidada!


Todo mundo conhece a Amazônia pela floresta tropical rica em biodiversidade, mas poucos já viram a Amazônia com os olhos de quem vive nela. No Marajó, existem centenas de comunidades ribeirinhas, que vivem da pesca e da agricultura, em condições inacreditáveis. Nós tivemos o prazer de conhecer a floresta a partir desse ponto de vista e resolvemos nos organizar pra mostrar ao mundo essa Amazônia que também precisa ser vista e cuidada!

Flora Sonkin é uma dos nossos artistas, que contribuíram fazendo desenhos pro varal do mEu Conto!

Flora Sonkin é uma dos nossos artistas, que contribuíram fazendo desenhos pro varal do mEu Conto!

Aproveitamos o espaço na Cúpula dos Povos para recolher assinaturas para a petição que visa a criação da UnM, a universidade federal do Marajó! Para assinar a petição online, basta entrar em http://www.peticaopublica.com.br/?pi=p2012n22580

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Lute Sem Fronteiras apresenta à Cúpula dos Povos a Amazônia Invisível.

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Todo mundo conhece a Amazônia pela floresta tropical rica em biodiversidade, mas poucos já viram a Amazônia com os olhos de quem vive nela. No Marajó, existem centenas de comunidades ribeirinhas, que vivem da pesca e da agricultura, em condições inacreditáveis. Nós tivemos o prazer de conhecer a floresta a partir desse ponto de vista e resolvemos nos organizar pra mostrar ao mundo essa Amazônia que também precisa ser vista e cuidada!

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Todo mundo conhece a Amazônia pela floresta tropical rica em biodiversidade, mas poucos já viram a Amazônia com os olhos de quem vive nela. No Marajó, existem centenas de comunidades ribeirinhas, que vivem da pesca e da agricultura, em condições inacreditáveis. Nós tivemos o prazer de conhecer a floresta a partir desse ponto de vista e resolvemos nos organizar pra mostrar ao mundo essa Amazônia que também precisa ser vista e cuidada!

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Gravando!

Gravando!

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Todo mundo conhece a Amazônia pela floresta tropical rica em biodiversidade, mas poucos já viram a Amazônia com os olhos de quem vive nela. No Marajó, existem centenas de comunidades ribeirinhas, que vivem da pesca e da agricultura, em condições inacreditáveis. Nós tivemos o prazer de conhecer a floresta a partir desse ponto de vista e resolvemos nos organizar pra mostrar ao mundo essa Amazônia que também precisa ser vista e cuidada!

Flora Sonkin é uma dos nossos artistas, que contribuíram fazendo desenhos pro varal do mEu Conto!

Flora Sonkin é uma dos nossos artistas, que contribuíram fazendo desenhos pro varal do mEu Conto!

Aproveitamos o espaço na Cúpula dos Povos para recolher assinaturas para a petição que visa a criação da UnM, a universidade federal do Marajó! Para assinar a petição online, basta entrar em http://www.peticaopublica.com.br/?pi=p2012n22580

Aproveitamos o espaço na Cúpula dos Povos para recolher assinaturas para a petição que visa a criação da UnM, a universidade federal do Marajó! Para assinar a petição online, basta entrar em http://www.peticaopublica.com.br/?pi=p2012n22580

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About:

A Lute Sem Fronteiras surge como um organização, no sentido literal da palavra, para institucionalizar projetos sociais, que eram, antes, pessoais. Sua criação visa facilitar o acesso das pessoas e das empresas a esses projetos, já que muito podem colaborar!

A Lute Sem Fronteiras surge como organização de atividades e planos que visam melhorar a vida das comunidades ribeirinhas da Ilha de Marajó. Os projetos não são limitados por uma única área: há projetos de saúde e de melhoria da infra-estrutura das comunidades, assim como sociais e educativos, por exemplo. Independente do âmbito, todo projeto tem como pilar fundamental informá-los, pois entendemos que a informação é o primeiro passo para as mudanças.

Conhecendo a realidade deles, sabemos que o único modo para mudá-la é viabilizando os sonhos e executando os projetos. Para viabilizar os sonhos, aceitamos sempre sugestões e doações, que podem ser feitas através aqui do site mesmo; para executar os projetos, passamos o ano inteiro os organizando e, pelo menos uma vez ao ano, vamos a Ilha de Marajó conferir o andamento dos projetos e colocar em prática novas etapas.

A Lute Sem Fronteiras adota comunidades ribeirinhas da Ilha de Marajó. Inicialmente, trabalhamos com as comunidades São Miguel, Menino Deus e Aparecida, estando as três no Rio Acuti Pereira, no município de Portel.

Projetos:

Projeto Casa de Papel:

Primeira etapa do Projeto Sonho de Papel, consiste, resumidamente, em montar bibliotecas em comunidades ribeirinhas. A primeira Casa de Papel foi inaugurada na comunidade São Miguel, do Rio Acuti Pereira, em dezembro de 2011, e a segunda foi inaugurada em julho de 2012 na comunidade Menino Deus, no Rio Mocajatuba. Todos os livros do projeto são doados. Saiba mais sobre o projeto Casa de Papel na página específica à direita!

Projeto Lute pelos Direitos:

O projeto Lutepelos Direitos é um projeto criado por estudantes de Direito do Rio de Janeiro que consiste na elaboração de cartilhas de direitos básicos que são úteis aos ribeirinhos. As cartilhas são explicadas família por família e depois deixadas para a comunidade.

Projeto Só riso Marajoara:

O projeto Só riso Marajoara é elaborado por estudantes de odontologia do Rio de Janeiro, que contam com a orientação de profissionais e professores. O projeto, inaugurado na prática em julho de 2012, consiste na realização de atividades educativas relacionadas à higiene bucal e deve evoluir para a realização de consultas e tratamentos odontológicos.

Projeto de manejo de açaí, cacau e cupuaçu:

Em julho de 2012, plantamos em uma pequena área da comunidade São Miguel mudas de açaí, cacau e cupuaçu. O objetivo do projeto é acrescentar ao manejo tradicional desses frutos para que, além da subsistência, eles possam ser comercializados e gerar renda aos ribeirinhos.

Projeto Horta Comunitária:

Projeto de horta orientado por uma engenheira agrônoma. Marcado para outubro de 2012!

Novos projetos estão sendo elaborados. Se você pode nos ajudar, envie um email para lutesemfronteiras@gmail.com dizendo como! Lute com a gente!

Apoio:

Movimento Marajó Forte:

Nossos amigos e parceiros de luta são os organizadores da campanha pró-criação da Universidade Federal do Marajó! Para assinar a petição online, é só acessar http://www.peticaopublica.com.br/?pi=p2012n22580
Fundação Itaú Social:

A Fundação Itaú Social apoiou o Projeto Casa de Papel, doando 900 livros para a Lute Sem Fronteiras!

Colgate:

A Colgate doou 196 pastas de dente, 21 escovas de mostruário e 161 kits infantis contendo uma escova e uma pasta de dente, além de material informativo, para o projeto Só rio Marajoara!

Loja Gafaritos de moda infantil, Academia Contours Barra só para mulheres, Oi China Curso de Mandarim , Ortoway Clínica Odontológica :

No Rio de Janeiro ou em São Paulo, nossos amigos e parceiros receberam livros para nosso projeto Casa de Papel!

Movimento Marajó Forte:

Nossos amigos e parceiros de luta são os organizadores da campanha pró-criação da Universidade Federal do Marajó! Para assinar a petição online, é só acessar http://www.peticaopublica.com.br/?pi=p2012n22580

E você já fez a sua parte?

Entre em contato conosco através do email lutesemfronteiras@gmail.com!

Lute com a gente!

Projeto Lute pelos Direitos:

O projeto Lute pelos Direitos consiste no desenvolvimento de Cartilhas sobre direitos básicos que são úteis aos ribeirinhos, com uma linguagem que lhes é compreensível. As Cartilhas são explicadas família por família, por um agente que os visita e tira suas dúvidas. Cada família fica com uma cópia plastificada de todas as Cartilhas.

O projeto Lute pelos Direitos é o nosso primeiro projeto para facilitar o acesso à Justiça e fortalecer a cidadania dos ribeirinhos.

Lute conosco!

Projeto Casa de Papel:

O que é

O projeto Casa de Papel consiste na montagem de uma biblioteca na comunidade. A construção da casa é responsabilidade da comunidade, mesmo podendo receber alguma ajuda financeira se necessária. Uma vez construído o espaço, levamos os livros, as almofadas, os tapetes, em suma, montamos a biblioteca. Todos os livros são avaliados antes, para garantir que estejam em bom estado e que sejam adequados a seus costumes e valores (livros em inglês ou com valores consumistas, por exemplo, são excluídos do projeto).


Funcionamento

Dois jovens ficam responsáveis pela biblioteca e são os únicos que têm sua chave. Aos domingos, depois do culto quando a comunidade está reunida, a troca dos livros ou a renovação do prazo é feita. É obrigatório o encontro semanal entre o leitor e os dois jovens, nem que seja para renovar o prazo. Assim, os jovens podem conferir se os livros estão sendo bem cuidados. Os jovens, ao decorrer do projeto, receberão visitas de professores para um trabalho de formação e capacitação como agentes literários.

Todos os jovens da comunidade devem fazer, mensalmente, no mínimo uma síntese de um livro que tenham lido, expondo sua opinião. Esse caderno - onde os comentários serão feitos - tem a função de ajudar as pessoas na escolha de livros (pois poderão consultá-lo) e de trabalhar a escrita expositiva dos jovens.


Montagem

A montagem das bibliotecas é feita em duas etapas (ambas posteriores a sua construção). Na primeira etapa, a comunidade ainda não tem o hábito da leitura, por isso os livros, em sua maioria, são livros infantis e infantojuvenis. Nossa estratégia para atrair os ribeirinhos ao mundo da literatura é através das crianças. Por não saberem ler, os pais e irmãos mais velhos devem pegar os livros para ler para elas. Assim, graças à qualidade dos livros e de suas edições, os adultos são atraídos e passam a se interessar pela leitura. Quando a "maturidade leitora" dos adultos (que antes do projeto não tinham acesso a um acervo de livros) já está desenvolvida, isto é, quando sua leitura tem fluidez para possibilitar que eles não percam o interesse no meio de estórias longas (o que calculamos levar aproximadamente seis meses), entramos na segunda etapa da montagem da biblioteca: a chegada dos livros de literatura adulta, que, de romances ou de ação, caracterizamo-los por estórias maiores e que requerem maior atenção.

Todos os livros utilizados no projeto são doados.


Objetivos

É possível identificar três objetivos principais da etapa Casa de Papel:

• Inserir o hábito da leitura na cultura dessas comunidades ribeirinhas;

• Aumentar o acesso dos ribeirinhos à informação, haja vista que os livros da biblioteca não são apenas de leitura (que já trariam informações sobre culturas e modos de vida diferentes), mas também de pesquisa, como coletâneas e enciclopédias;

• Dar uma função e uma responsabilidade para os jovens - função e responsabilidade independentes dos seus pais e do trabalho rural que exercem (e poderiam continuar exercendo).

Inicialmente, tendo em vista ajudar apenas cinco comunidades, as casas de papel serão montadas em apenas duas comunidades.


Centro

CIOE - Clínica de Implante e Ortodontia Estética

Av. Rio Branco, 156, sala 3208, Edifício Avenida Central

Centro - Rio de Janeiro, ao lado da Estação do Metrô Carioca

Tel: 21 2224-1953 Cel: 21 8214-0513


Oi China Curso de Mandarim

Praça Olavo Bilac n.28/1410

Centro - Rio de Janeiro, ao lado da Estação do Metrô Uruguaiana

Tel: 2252-0008


Barra

Contours Express Barra - Academia só para mulheres

Av. Olegário Maciel, 390 - Barra da Tijuca

Rio de Janeiro - RJ

Tel: 2495-3492



Ipanema

Ortoway Clínica Odontológica

Visconde de Pirajá, 330, sala 411 - Ipanema

Tels: 25131900 / 22475034



Gávea

Luiz Carlos Guedes

Rua Vice Governador Rubens Berardo, 125, apt 106, bl2

Gávea, em frente ao Planetário

Tel: 8512-2662


Botafogo

Luiz Carlos Guedes

Rua Eduardo Guinle, 55, apt 604, bl 2

Botafogo, ao lado do Colégio Santo Inácio

Tel: 85122-2662

Como tudo começou:

Em 2009, enquanto cursava o segundo ano do Ensino Médio no Colégio Santo Agostinho (Leblon – RJ), fui convidado pelo coordenador a passar 10 dias numa viagem missionária. O projeto chamava-se CSA Sem Fronteiras (ao qual o nome da ONG é uma homenagem) e consistia em levar uma equipe de 3 alunos do Ensino Médio e 3 funcionários da escola para visitar comunidades ribeirinhas da Ilha de Marajó, no norte do Pará, executando algumas atividades sociais. Nesse ano, o foco era saúde e higiene pessoal: levamos escovas e pastas de dentes, sabonetes de côco, kits de remédios básicos e os orientamos a usarem desde as escovas até os remédios.

Fui e mudou minha vida. Costumo dizer que cresci dez anos em dez dias. Conheci a realidade deles, que me impressionou muito – assim como sua felicidade! Ver que, mesmo morando em palafitas de madeira, sem ter banheiro, dinheiro, professor ou médico, eles sabiam encontrar a felicidade na família e na presença dos visitantes foi um ‘despertador’.

Ter oportunidades que eles não têm me pareceu tão injusto que eu sabia que não podia abandoná-los; eu não podia voltar pro Rio de Janeiro e esquecer que eles existem e, muito menos, em que condições eles existem! Aparentemente eu não podia fazer nada por eles, mas “nada” era justamente o oposto do que eu sabia que ia fazer. Conversando com um frei que me acompanhou nessa missão, ele me disse algo que foi o que sempre norteou minhas esperanças e atitudes: “seja um multiplicador – multiplique o que você viu, ouviu, sentiu e viveu!”.

Em janeiro de 2010, depois de já ter escrito um artigo pra Revista Brasil Sustentável, lá estava eu, multiplicando minha experiência. Conversando com um tio na casa de veraneio da família, lhe contei o que eu havia passado em julho e as mudanças que aquilo provocara no meu modo de pensar e agir. Quando lhe mostrei alguns vídeos, ele me perguntou se eu achava possível voltar, pois estava convencido de que todo pai deveria proporcionar essa experiência pros seus filhos. Quando respondi que sim, confesso que não estava muito seguro do que dizia, mas em julho de 2010, exatamente um ano depois, lá estava eu no mesmo aeroporto, provando pro mundo inteiro e, mais importante, pra mim mesmo que era possível voltar e que eu não havia os abandonado.

Foi nessa viagem que recebi o convite pra ser padrinho do Luan. Voltei, então, em fevereiro de 2011, quando ele completaria um ano, para o batizarmos. Dessa vez, fui sozinho com minha ansiedade e minhas lembranças. Suportar a ansiedade por tantas horas de viagem não foi nada fácil, mas pelo menos tinha as lembranças me fazendo companhia e distraindo. Eu não estava sozinho. E eles também não estavam mais.

Agora, no fim de 2011, a ideia de institucionalizar e organizar meus projetos se faz possível e aqui estou eu, tentando falar um pouco mais alto pra mais gente conseguir escutar.

Artigo Revista Brasil Sustentável ed. 27:

No coração da Amazônia, está a Ilha de Marajó. A 15 horas de barco de Belém, a Ilha foi informalmente dividida: o nordeste foi nomeado Marajó-Campo, onde búfalos, fazendas-safaris, bons hotéis e paisagens paradisíacas atraem turistas de todos os cantos do mundo, enquanto o sudoeste é chamado Marajó-Rio, parte aparentemente abandonada e invisível aos olhos da população e do governo.

Essa segunda área tem esse nome devido ao grande número de rios que a cortam, deixando a dúvida de onde termina o continente e começa a ilha. Foi lá que mais de 30 pessoas morreram em um surto de raiva provocado por morcegos em 2008, fato totalmente controlável com o uso de vacinas.

Tenho 16 anos, nasci e fui criado na Zona Sul do Rio de Janeiro. Nas férias de Julho, passei dez dias viajando de barco pelo Rio Acuti-Pereira, visitando comunidades ribeirinhas e oferecendo informações sobre higiene e saúde. Eu e a equipe da qual eu fazia parte ensinamos a escovar os dentes, a usar sabão na hora de tomar banho e a usar remédios básicos, distribuídos por nós. Fazer um intercâmbio cultural como esse foi uma experiência ímpar que me abriu os olhos para o estilo de vida que se tem nas cidades grandes.

Nesse canto quase inacessível do país, as pessoas se organizam em, como já citado, comunidades ribeirinhas, formadas em média por 30 a 50 pessoas, moradores de casas de madeira, normalmente palafitas, com um ou dois cômodos. O banheiro ou é um casebre mais isolado para dentro da floresta ou é o próprio rio, fato que, junto à ausência de água encanada e tratada, é responsável pelo alto índice de diarreia em crianças, mortal na maioria das vezes.

A educação de crianças e jovens é, a partir da quarta série primária, em módulos, isto é, um professor (geralmente de Belém) vai para lá lecionar uma série inteira, em poucos meses, a todos os que não a cursaram até então. O problema é que são raros os profissionais que os visitam. Por esse motivo, conheci jovens de 19 anos que ainda não haviam completado a sexta série.
Todos com mais de cinco anos ajudam na roça para sustentar a comunidade, seja na plantação, na colheita, na limpeza ou em qualquer outro estágio do processo de transformação da mandioca em farinha.Passei um dia trabalhando com eles e, definitivamente, não se compara a estudar para uma prova. Trabalho difícil e exigente, realizado sob um sol equatorial, rende à comunidade inteira, quando muito, cinquenta reais ao mês.

Naquele paraíso esquecido, cinquenta reais são suficientes para todos comprarem sorrisos eternos, uma simplicidade apaziguadora e uma alegria contagiante. Comprarem não, porque dinheiro nenhum vale tudo isso. Com um custo de vida quase nulo, eles têm uma fórmula infalível para uma excelente qualidade de vida. Sem estresse, ganância e vaidade, seguem unidos como uma só família.

Crianças sem sonhos, jovens sem expectativas, adultos sem esperanças. Brasileiros mais brasileiros que nós, os influenciados por tendências internacionais, os incorporadores incansáveis de palavras estrangeiras, que não sabemos sequer cantar o hino nacional e nos consideramos doutores.

Milton Nascimento cantava: 'Vocês estão sentados de frente para o mar e de costas para o Brasil'. É hora de nos levantarmos, tirarmos os óculos escuros e não fugirmos à luta."


Esse artigo foi escrito em novembro de 2009 e publicado na edição de janeiro de 2010, nº27, da Revista Brasil Sustentável. Você também pode ler o artigo na página do Conselho Empresarial de Desenvolvimento Sustentável, o responsável pela publicação da revista, em: http://www.cebds.org.br/cebds/noticias.asp?ID=394.

Atenção

Assista a apresentação do procurador da República Felício Pontes Jr. no TEDx.





Assista o depoimento do bispo de Marajó, Dom José Luiz Azcona, ameaçado de morte, ao grupo Humanos Direito.



Obrigado

Vídeos









Para ver mais vídeos, acesse nosso canal no Vimeo em: http://vimeo.com/channels/lutesemfronteiras

Lute com a gente:

Você pode fazer parte dessa luta, participando da página do facebook no link www.facebook.com/LuteSemFronteiras!

Além disso, você pode nos mandar um email para lutesemfronteiras@gmail.com. Sua colaboração é sempre muito bem vinda!

Não se esqueça que você também pode ser um Multiplicador! Multiplique essa ideia! Conte para os seus pais, filhos e amigos que você descobriu uma forma de mudar o mundo - e um mundo que precisa de ajuda!

Lute conosco!